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	<title>RamonPage.com . Web na ponta do lápis &#187; Gerenciamento</title>
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	<description>arte, desenvolvimento, design, programação, webstandards, acessibilidade, usabilidade, tipografia, UX, UI, IA</description>
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		<title>Webdesign fora da caixa</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 04:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>
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		<description><![CDATA[Você é webdesigner e trabalha em equipe mista (webdesigners, desenvolvedores e programadores)? Está com dificuldade em tornar seu trabalho produtivo no que diz respeito ao projeto como um todo? Vou tentar explicar um pouco do que penso sobre isso neste post. A essência do design aplicado na web O ponto mais importante de todos talvez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é webdesigner e trabalha em equipe mista (webdesigners, desenvolvedores e programadores)? Está com dificuldade em tornar seu trabalho produtivo no que diz respeito ao projeto como um todo? Vou tentar explicar um pouco do que penso sobre isso neste post.<span id="more-406"></span></p>
<h3>A essência do design aplicado na web</h3>
<p>O ponto mais importante de todos talvez seja: não tente imaginar a mídia web como se fosse mídia impressa. São realidades completamente diferentes! Na mídia impressa usamos CMYK, na web RGB. A mídia impressa usa centímetros, já a web usa pixels. Na mídia impressa a tipografia é estática (como uma foto), na web a tipografia muda de acordo com o ambiente (como se tivesse vida). </p>
<p>Nós precisamos entender que a essência do design é sempre mesma<sup>1</sup>, porém a aplicabilidade deve ser sempre de acordo com o tipo de trabalho. Nenhum website é entregue encadernado.</p>
<p class="info-label"><sup>1</sup> &#8211; Uma sucinta explicação do que é design: imaginar, elaborar e confeccionar algum artefato, utilizando a arte criativa para conceber o resultado.</p>
<h3>Webdesign não é <em>print screen</em></h3>
<p>Imagine a seguinte cena: o programador abre sua <abbr title="Integrated Development Environment">IDE</abbr> de desenvolvimento, programa todas as rotinas necessárias para uma determinada funcionalidade ter vida, salva um arquivo .txt e apresenta para a sua equipe. Não tenha dúvidas de que a maioria vai pensar: &#8220;Legal, código bonito, mas não seria melhor ver como ele funciona?&#8221;. A sensação que eu tenho sobre o que nós pensamos sobre webdesign é a mesma. O indivíduo abre o Photoshop, faz uma deslumbrante tela e apresenta o resultado em imagem estática. Pensem: <span class="pullquote">uma página web é como um organismo vivo, que pode se manifestar de formas diferentes de acordo com o ambiente</span>. Ou seja, o que determina a boa disposição de um layout são os textos, imagens, multimídia ou qualquer outro compontente que o componha.</p>
<p>Completando sabiamente o assunto, <a href="http://twitter.com/zeldman/statuses/804159148" rel="external" class="external-link">Zeldman</a> outro dia disse:</p>
<blockquote cite="http://twitter.com/zeldman/statuses/804159148">
<p>Content precedes design. Design in the absence of content is not design, it&#8217;s decoration.</p>
</blockquote>
<p>Seja qual for o projeto, o mais importante de tudo sempre será o conteúdo.</p>
<p>Não quero dizer que todo webdesigner deve ser um guru de HTML, CSS e &#8212; quem sabe &#8212; JavaScript, mas é imprescindível que se tenha a noção de quais recursos usar para tornar um <em>print screen</em> realidade. Eu costumo julgar a qualidade de uma marcação HTML/CSS da mesma forma que julgo layouts. Penso ser tudo parte de um mesmo universo. O webdesigner precisa entender que aquele título feito em 20pt no Photoshop precisa ser um <code>&lt;h1&gt;</code> ou <code>&lt;h2&gt;</code> (dependedo do caso), para atribuir <abbr title="Search Engine Optimization">SEO</abbr> ao site, por exemplo.</p>
<h3>Webdesign e as Metodologias Ágeis<sup>2</sup></h3>
<p>Tenho percebido que há uma carência muito grande de webdesigners que saibam trabalhar com <a href="http://www.agilemanifesto.org/" rel="external" class="external-link">Metodologias Ágeis</a>. E isso é uma pena, porque o sentido da metodologia ágil &#8212; ao pé da letra &#8212; é tornar a equipe unida e produtiva em toda as fases do projeto. Estariam os webdesigners sendo individualistas?</p>
<p class="info-label"><sup>2</sup> &#8211; Uma metodologia ágil é aquela que une diversos princípios para melhorar a comunicação entre todos os envolvidos num projeto (inclusive o cliente) e também ajuda na concepção do que realmente precisa ser feito, sempre respondendo às mudanças que o produto sofre, não se apegando à especificações imaginárias. </p>
<p>Falando especificamente de Metodologias Ágeis, alguns <a href="http://improveit.com.br/scrum/scrum_master" rel="external" class="external-link">Scrum Masters</a> optam por adiantar os <a href="http://improveit.com.br/scrum/sprint_backlog" rel="external" class="external-link">sprints</a> de design, fazendo, assim, os chamados <a href="http://www.geek.com.br/posts/12218-1-sprint-a-frente-e-mini-waterfall" rel="external" class="external-link">mini-waterfalls</a>, outros, como eu, preferem integrar as tarefas de design junto das demais. Cada um tem a sua justificativa (o link do mini-waterfall explica um pouco disso) e a minha está ligada ao que falei acima: conteúdo precede o design. Não vai ser útil ter só a tela do photoshop, porque aquela paginação pode precisar de 20 itens por página e não 10, aquela galeria pode precisar de um controle para remover a foto que o webdesigner não imaginou no seu desenho, o nome do usuário fulano pode ser grande o suficiente para quebrar a caixa de <em>profile</em> e assim por diante.</p>
<h3>Fazendo o webdesigner pensar fora da caixa</h3>
<ul>
<li>O webdesigner precisa descobrir que <a href="http://24ways.org/2009/make-your-mockup-in-markup" rel="external" class="external-link"><em>desenhar</em> em marcação é possível</a>! Isso vai facilitar, inclusive, o trabalho dos programadores;</li>
<li>Precisa estar próximo da sua equipe e interagir com ela;</li>
<li>Precisa entender que o seu trabalho não é meramente decorativo. É evolutivo. Do <em>wireframe</em> à marcação. Da marcação à <abbr title="User Interface">UI</abbr>/<abbr title="User Experience">UX</abbr>. Da UI/UX à identidade visual.</li>
<li>Conheço diversos programadores que gostam de entender o mundo do webdesign para tornar seu trabalho melhor. É essencial que o webdesigner tenha a mesma motivação. Entender de <a href="https://github.com" rel="external" class="external-link"><em>social coding</em></a> pode ser um excelente começo.</li>
</ul>
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		<title>A importância das check-lists na produção web</title>
		<link>http://ramonpage.com/2006/08/22/a-importancia-das-check-lists-na-producao-web/</link>
		<comments>http://ramonpage.com/2006/08/22/a-importancia-das-check-lists-na-producao-web/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2006 13:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Organizar nosso tempo, que nos dias atuais está cada vez mais atribulado, é importante tanto para nossas responsabilidades como profissional, quanto para nossos afazeres pessoais. Em se tratando de projetos web, é importante definir listas de atividades para melhor detalhar as responsabilidades ao longo da produção. Para esta temática, nada melhor do que definir check-lists [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Organizar nosso tempo, que nos dias atuais está cada vez mais atribulado, é importante tanto para nossas responsabilidades como profissional, quanto para nossos afazeres pessoais. Em se tratando de projetos web, é importante definir listas de atividades para melhor detalhar as responsabilidades ao longo da produção. </p>
<p><span id="more-21"></span></p>
<p><img src="http://ramonpage.com/wp-content/uploads/check-list.jpg" alt="Check-list" class="alignright" />Para esta temática, nada melhor do que definir <em>check-lists</em> (as chamadas <em>to-do lists</em>) para detalhar tarefas de curto prazo (algumas horas ou alguns dias) ou até mesmo tarefas de longo prazo que implicam no escopo de desenvolvimento do projeto. A idéia aqui não necessariamente é chegar num nível de detalhamento que um <a href="http://www.pmi.org/info/pp_pmbok2000welcome.asp" class="external-link"><abbr title="Project Management Body of Knowledge">PMBOK</abbr></a> propõe, apesar de seus conceitos também serem essenciais para a produção de qualquer projeto.</p>
<h3>Tipos de check-lists</h3>
<p>Para qualquer coisa que faço costumo definir várias check-lists para me organizar. Algumas pequenas, outras longas. A idéia é definir a revelância do uso que cada check-list terá, senão nem é necessário fazê-las, visto que isso poderia até desorganizar aquilo que, inicialmente, era para se organizar.</p>
<p>Costumo criar check-lists para:</p>
<ul>
<li><strong>A definição de todos os processos de um projeto, desde o primeiro estudo até a última linha de código</strong>. Esta lista de atividades costuma ser extensa, mas é ótima para delimitar os pontos à fazer. Ela é praticamente uma decalaração de requisitos;</li>
<li><strong>A definição dos pontos à fazer de um módulo específico de um projeto</strong>, como por exemplo a parte de diagramação ou a modelagem de banco de dados;</li>
<li><strong>Lembretes que devem ter rápida execução</strong>. Por exemplo algo que defino pela manhã e devo fazer no fim do dia, ou algo que devo implementar no dia seguinte. Essas listas eu costumo ter sempre no bolso. Elas costumam ser pequenas e muito eficazes;</li>
<li><strong>A declaração de afazeres inerentes à produção, porém que estão fora da linha de desenvolvimento</strong>. Por exemplo a aquisição ou teste de uma ferramenta de apoio, a necessidade de contato com clientes ou pessoas envolvidas no projeto, reuniões, e etc;</li>
<li><strong>A declaração dos novos desafios que busco</strong>. Isso mesmo! Até para os estudos fazemos para incrementar um projeto ou até mesmo para aprimorar nossa linha de conhecimento é interessante ter uma lista de à fazer. Até porque teremos que definir um tempo para que este estudo aconteça, assim como acontece em qualquer fase de um projeto. É claro que grande parte da nossa aprendizagem acontece naturalmente, mas às vezes não temos tempo para nos aprofundarmos num determinado assunto. Então, é só colocá-lo numa pauta de estudos.</li>
</ul>
<h3>Mas&#8230; Como fazer uma check-list eficaz?</h3>
<p>Existem algumas ferramentas na rede que podem facilitar a construção de check-lists e organizar nosso tempo. Posso citar o <a href="http://www.toggl.com" class="external-link">toggl</a>, o <a href="http://www.backpackit.com" class="external-link">backpack</a> ou o <a href="http://www.tadalist.com/" class="external-link">tadalist</a> da famosa <a href="http://www.37signals.com/" class="external-link">37signals</a>, ou ainda o <a href="http://www.rememberthemilk.com/" class="external-link">Remember The Milk</a> (agradecimentos ao <a href="http://fatorw.com/2006/08/22/remember-the-milk/" class="external-link">Walmar</a> pela dica). Porém a criação de uma boa check-list está além de uma boa ferramenta de <em>to-do</em>. Em determinados casos um pequeno <em>post-it</em> pode resolver o problema. A questão é saber se organizar no tempo e definir os pontos importantes daquilo que se pretende fazer. No meu caso até o celular ajuda! Nele há recursos de listas de atividades integradas ao calendário, assim posso ver meus afarezes a qualquer momento e em qualquer lugar!</p>
<h3>Check-lists não são relatórios</h3>
<p>Até pode-se criar algo incrementado, para uma apresentação, por exemplo. Mas ao meu ver as check-lists devem ser sucintas e objetivas, focando diretamente no ponto chave daquilo que se deve fazer. Check-lists são para nos guiar no tempo, não para nos dizer como fazer os processos, ou seja, as idéias devem estar pré-definidas em nossa mente. As check-lists, apenas, nos apresentam o que devemos fazer e quando devemos fazer.</p>
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