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	<title>RamonPage.com . Web na ponta do lápis &#187; Webdesign</title>
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	<description>arte, desenvolvimento, design, programação, webstandards, acessibilidade, usabilidade, tipografia, UX, UI, IA</description>
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		<title>80% conteúdo e 20% design</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 02:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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		<description><![CDATA[Algum tempo atrás eu escrevi: Seja qual for o projeto, o mais importante de tudo sempre será o conteúdo. Agora, somarei ao assunto o que acredito ser um grande tabu no trabalho dos webdesigners: descobrir a dosagem exata de como projetar design, sem esquecer da importância do conteúdo1. 1 &#8211; Chamo de conteúdo tudo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Algum tempo atrás <a href="http://ramonpage.com/2010/02/27/webdesign-fora-da-caixa/">eu escrevi</a>:</p>
<blockquote cite="http://ramonpage.com/2010/02/27/webdesign-fora-da-caixa/">
<p>Seja qual for o projeto, o mais importante de tudo sempre será o conteúdo.</p>
</blockquote>
<p>Agora, somarei ao assunto o que acredito ser um grande tabu no trabalho dos webdesigners: descobrir a dosagem exata de como projetar design, sem esquecer da importância do conteúdo<sup>1</sup>.<span id="more-563"></span></p>
<p class="info-label"><sup>1</sup> &ndash; Chamo de conteúdo tudo o que deve ser levado em conta para conceber um projeto: o propósito, a definição, o público alvo, os benefícios e etc.</p>
<h3>O que importa é o conteúdo</h3>
<p>Design é casual. É arte com propósito de venda. Por conta disso, não deve ser encarado como fatia determinante em um projeto web. O papel do design é chamar atenção aos olhos para um conceito, porém, assim como a propaganda de TV, ele não tem o poder de obrigar o <em>consumo</em> daquilo.</p>
<p>Tomemos como exemplo o <a href="http://twitter.com" rel="external" class="external-link">Twitter</a>. As primeiras versões da sua página web eram modestas, porém o poder da ferramenta era aparente. Façamos, agora, uma comparação com o <a href="http://meme.yahoo.com" rel="external" class="external-link">Meme do Yahoo!</a>. É notável que a sua interface foi desenhada com todo cuidado, porém será que a beleza da ferramenta era o bastante para encantar os usuários de Twitter ao ponto de fazê-los migrar para lá?</p>
<p>Outro exemplo interessante é o <a href="http://www.delicious.com/" rel="external" class="external-link">Delicious</a>. Nos seus primórdios a sua interface &#8212; apesar de usual &#8212; era bem pobre de estilo. Ainda assim, naquela época o Delicious era considerado uma das melhores ferramentas de <em>social bookmarking</em> (quiçá a melhor).</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Não quero ser polêmico ao ponto de dizer que design não é importante. Eu adoro navegar em sites bonitos e gosto mais ainda de usar ferramentas bem desenhadas. Aliás, tenho certeza de que todas as pessoas também gostam. Contudo, saber a dosagem certa do design para web e aplicá-lo da forma correta ao propósito do projeto é muito importante, até porque, não nos esqueçamos, sem conteúdo não há webdesign. <strong>:)</strong></p>
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		<title>EDTED 2010 &#8211; A Mágica dos CSS Sprites</title>
		<link>http://ramonpage.com/2010/03/25/edted-2010-a-magica-dos-css-sprites/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 03:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>
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		<description><![CDATA[No último sábado (20/03) aconteceu o 15º EDTED, edição Rio. O evento foi sensacional! Eu e a galera do #horaextra organizamos as Lightning Talks e as sessões de Dojo. O pessoal do Dojorio e da PythOnRio completaram a turma. Para quem viu e quer saber mais ou para quem não viu, segue a lightning talk [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No último sábado (20/03) aconteceu o 15º <abbr title="Encontro de Design e Tecnologia Digital">EDTED</abbr>, edição <a href="http://www.edted.com.br/edted-15/index.php/1-074-cariocas-obrigada-pela-presenca/" rel="external" class="external-link">Rio</a>. O evento foi sensacional!</p>
<p>Eu e a galera do <a href="http://horaextra.org" rel="external" class="external-link">#horaextra</a> organizamos as Lightning Talks e as sessões de Dojo. O pessoal do <a href="http://dojorio.wordpress.com/" rel="external" class="external-link">Dojorio</a> e da <a href="http://pythonrio.org/" rel="external" class="external-link">PythOnRio</a> completaram a turma.</p>
<p>Para quem viu e quer saber mais ou para quem não viu, segue a lightning talk que eu apresentei:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.slideshare.net/ramonpg/a-mgica-dos-css-sprites" rel="external" class="external-link"><strong>A Mágica dos CSS Sprites</strong></a> (slideshare)</li>
<li><a href="http://ramonpage.com/wp-content/uploads/magic.zip">Baixe o código exemplo</a></li>
</ul>
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		<title>Webdesign fora da caixa</title>
		<link>http://ramonpage.com/2010/02/27/webdesign-fora-da-caixa/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 04:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gerenciamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Você é webdesigner e trabalha em equipe mista (webdesigners, desenvolvedores e programadores)? Está com dificuldade em tornar seu trabalho produtivo no que diz respeito ao projeto como um todo? Vou tentar explicar um pouco do que penso sobre isso neste post. A essência do design aplicado na web O ponto mais importante de todos talvez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é webdesigner e trabalha em equipe mista (webdesigners, desenvolvedores e programadores)? Está com dificuldade em tornar seu trabalho produtivo no que diz respeito ao projeto como um todo? Vou tentar explicar um pouco do que penso sobre isso neste post.<span id="more-406"></span></p>
<h3>A essência do design aplicado na web</h3>
<p>O ponto mais importante de todos talvez seja: não tente imaginar a mídia web como se fosse mídia impressa. São realidades completamente diferentes! Na mídia impressa usamos CMYK, na web RGB. A mídia impressa usa centímetros, já a web usa pixels. Na mídia impressa a tipografia é estática (como uma foto), na web a tipografia muda de acordo com o ambiente (como se tivesse vida). </p>
<p>Nós precisamos entender que a essência do design é sempre mesma<sup>1</sup>, porém a aplicabilidade deve ser sempre de acordo com o tipo de trabalho. Nenhum website é entregue encadernado.</p>
<p class="info-label"><sup>1</sup> &#8211; Uma sucinta explicação do que é design: imaginar, elaborar e confeccionar algum artefato, utilizando a arte criativa para conceber o resultado.</p>
<h3>Webdesign não é <em>print screen</em></h3>
<p>Imagine a seguinte cena: o programador abre sua <abbr title="Integrated Development Environment">IDE</abbr> de desenvolvimento, programa todas as rotinas necessárias para uma determinada funcionalidade ter vida, salva um arquivo .txt e apresenta para a sua equipe. Não tenha dúvidas de que a maioria vai pensar: &#8220;Legal, código bonito, mas não seria melhor ver como ele funciona?&#8221;. A sensação que eu tenho sobre o que nós pensamos sobre webdesign é a mesma. O indivíduo abre o Photoshop, faz uma deslumbrante tela e apresenta o resultado em imagem estática. Pensem: <span class="pullquote">uma página web é como um organismo vivo, que pode se manifestar de formas diferentes de acordo com o ambiente</span>. Ou seja, o que determina a boa disposição de um layout são os textos, imagens, multimídia ou qualquer outro compontente que o componha.</p>
<p>Completando sabiamente o assunto, <a href="http://twitter.com/zeldman/statuses/804159148" rel="external" class="external-link">Zeldman</a> outro dia disse:</p>
<blockquote cite="http://twitter.com/zeldman/statuses/804159148">
<p>Content precedes design. Design in the absence of content is not design, it&#8217;s decoration.</p>
</blockquote>
<p>Seja qual for o projeto, o mais importante de tudo sempre será o conteúdo.</p>
<p>Não quero dizer que todo webdesigner deve ser um guru de HTML, CSS e &#8212; quem sabe &#8212; JavaScript, mas é imprescindível que se tenha a noção de quais recursos usar para tornar um <em>print screen</em> realidade. Eu costumo julgar a qualidade de uma marcação HTML/CSS da mesma forma que julgo layouts. Penso ser tudo parte de um mesmo universo. O webdesigner precisa entender que aquele título feito em 20pt no Photoshop precisa ser um <code>&lt;h1&gt;</code> ou <code>&lt;h2&gt;</code> (dependedo do caso), para atribuir <abbr title="Search Engine Optimization">SEO</abbr> ao site, por exemplo.</p>
<h3>Webdesign e as Metodologias Ágeis<sup>2</sup></h3>
<p>Tenho percebido que há uma carência muito grande de webdesigners que saibam trabalhar com <a href="http://www.agilemanifesto.org/" rel="external" class="external-link">Metodologias Ágeis</a>. E isso é uma pena, porque o sentido da metodologia ágil &#8212; ao pé da letra &#8212; é tornar a equipe unida e produtiva em toda as fases do projeto. Estariam os webdesigners sendo individualistas?</p>
<p class="info-label"><sup>2</sup> &#8211; Uma metodologia ágil é aquela que une diversos princípios para melhorar a comunicação entre todos os envolvidos num projeto (inclusive o cliente) e também ajuda na concepção do que realmente precisa ser feito, sempre respondendo às mudanças que o produto sofre, não se apegando à especificações imaginárias. </p>
<p>Falando especificamente de Metodologias Ágeis, alguns <a href="http://improveit.com.br/scrum/scrum_master" rel="external" class="external-link">Scrum Masters</a> optam por adiantar os <a href="http://improveit.com.br/scrum/sprint_backlog" rel="external" class="external-link">sprints</a> de design, fazendo, assim, os chamados <a href="http://www.geek.com.br/posts/12218-1-sprint-a-frente-e-mini-waterfall" rel="external" class="external-link">mini-waterfalls</a>, outros, como eu, preferem integrar as tarefas de design junto das demais. Cada um tem a sua justificativa (o link do mini-waterfall explica um pouco disso) e a minha está ligada ao que falei acima: conteúdo precede o design. Não vai ser útil ter só a tela do photoshop, porque aquela paginação pode precisar de 20 itens por página e não 10, aquela galeria pode precisar de um controle para remover a foto que o webdesigner não imaginou no seu desenho, o nome do usuário fulano pode ser grande o suficiente para quebrar a caixa de <em>profile</em> e assim por diante.</p>
<h3>Fazendo o webdesigner pensar fora da caixa</h3>
<ul>
<li>O webdesigner precisa descobrir que <a href="http://24ways.org/2009/make-your-mockup-in-markup" rel="external" class="external-link"><em>desenhar</em> em marcação é possível</a>! Isso vai facilitar, inclusive, o trabalho dos programadores;</li>
<li>Precisa estar próximo da sua equipe e interagir com ela;</li>
<li>Precisa entender que o seu trabalho não é meramente decorativo. É evolutivo. Do <em>wireframe</em> à marcação. Da marcação à <abbr title="User Interface">UI</abbr>/<abbr title="User Experience">UX</abbr>. Da UI/UX à identidade visual.</li>
<li>Conheço diversos programadores que gostam de entender o mundo do webdesign para tornar seu trabalho melhor. É essencial que o webdesigner tenha a mesma motivação. Entender de <a href="https://github.com" rel="external" class="external-link"><em>social coding</em></a> pode ser um excelente começo.</li>
</ul>
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		<title>6 comparações entre interfaces de websites e sistemas web</title>
		<link>http://ramonpage.com/2009/02/08/6-comparacoes-entre-interfaces-de-websites-e-sistemas-web/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 15:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em cada novo sistema web que desenvolvo, seja um simples administrador de website&#185; ou um sistema mais rico, sempre procuro aprimorar a forma como desenho a interface das telas. Vários serviços online que utilizo acabam me aguçando as ideias. No final das contas, descubro que antes de qualquer coisa preciso me sentir um usuário do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em cada novo sistema <em>web</em> que desenvolvo, seja um simples administrador de <em>website</em>&sup1; ou um sistema mais rico, sempre procuro aprimorar a forma como desenho a <em>interface</em> das telas. Vários serviços <em>online</em> que utilizo acabam me aguçando as ideias. No final das contas, descubro que antes de qualquer coisa preciso me sentir um usuário do projeto que estou desenvolvendo e me sentir confortável em utilizá-lo. <span id="more-152"></span></p>
<p class="info-label">&sup1; &#8211; Defino <em>website</em> como qualquer tipo de site, hotsite, blog ou portal; apesar de alguns portais terem características de <em>sistema</em> agregados.</p>
<h3>Conceitos de User Experience e User Interface</h3>
<p><abbr title="User Experience">UX</abbr> ou UE é, basicamente, a forma de criação da arquitetura e das interfaces de um produto com foco na Experiência do Usuário, como o próprio nome se refere. Ou seja, trata de todos os aspectos de interação do usuário com o produto. Aí entra o papel da <abbr title="User Interface">UI</abbr>: tranformar a UX em algo visualmente atrativo e eficiente.</p>
<p>Confesso que é deveras complicado chegar numa construção de Design UX/UI que seja agradável ao usuário tanto pela usabilidade, quanto pela aparência. Mas é aí que entra a parte interessante da história: experimentar!</p>
<h3>Agora, as comparações</h3>
<h4>1. Masthead</h4>
<p>Em sistemas <em>web</em>, o <em>Masthead</em> define um menu horizontal na parte superior direita da tela. É uma forma rápida e prática para apresentar links de perfil de usuário e saída do sistema. Estes links podem ser encontrados, por exemplo, em qualquer serviço Google, como o <a href="http://mail.google.com/mail/" rel="external" class="external-link">Gmail</a>.</p>
<p>Em <em>websites</em> a coisa muida de figura, já que é difícil encontrar um cenário em que o <em>masthead</em> se encaixe. O link &#8220;pular para conteúdo&#8221; pode ser uma boa &#8220;simulação&#8221; de um <em>masthead</em>. Este link, inclusive, pode ser encontrado neste meu blog.</p>
<h4>2. Boxes (ou caixas)</h4>
<p>Os <em>boxes</em> (ou caixas) são uma forma muito interessante de organizar várias seções de um sistema numa mesma tela. O administrador do <a href="http://wordpress.org/" rel="external" class="external-link">WordPress</a> utiliza muito deste conceito.</p>
<p>O interessante é que a utilização de <em>boxes</em> pode ser muito similar nos <em>websites</em>. <a href="http://globoesporte.globo.com/" rel="external" class="external-link">Portais</a> <a href="http://g1.globo.com/" rel="external" class="external-link">jornalísticos</a> utilizam muito deste conceito também.</p>
<h4>3. Largura do layout</h4>
<p>Descobri &#8212; depois de muitas experimentações &#8212; que o <em>layout</em> fluido (ou elástico) é a melhor pedida para desenvolver sistemas <em>web</em>. Este formato abre o leque de possibilidades para a criação de controles, <em>boxes</em> adicionais e formulários. Além disso, é possível incluir uma <em>sidebar</em> fixa que se movimenta junto com o tamanho do <em>canvas</em> do <em>browser</em> do usuário.</p>
<p>Em <em>websites</em> a largura do <em>layout</em> é um assunto um pouco polemizado, porém ao meu ver é algo muito simples de imaginar: basta saber a característica do negócio. Um blog talvez tenha uma interface mais bem trabalhada numa estrutura fixa e não tão larga. Já um portal jornalístico (como pode ser visto acima) necessita de um <em>layout</em> mais amplo, visto a quantidade de informação que precisa ser organizada.</p>
<h4>4. Iconografia</h4>
<p><span class="pullquote">Penso ser indispensável a utilização de ícones em sistemas <em>web</em>&sup2;, mas em suas devidas proporções</span>. É importante deixar claro para o usuário que tipo de informação ele vai encontrar em determinado link (um menu por exemplo).</p>
<p class="info-label">&sup2; &#8211; Acho fantástica a iconografia incluída no WordPress 2.7, no estilo barra de ferramentas do PhotoShop.</p>
<p>Para utilizar ícones em <em>websites</em> também é preciso &#8212; assim como na escolha da largura do <em>layout</em> &#8212; entender a característica do negócio. É muito comum <em>websites</em> não utilizarem ícones e ainda assim serem usuais. Porém é importante levar em conta questões como contraste nas cores e no tamanho da fonte dos títulos que compõem a tipografia, por exemplo.</p>
<h4>5. E por falar em tipografia&#8230;</h4>
<p>Uma boa tipografia dá elegância a qualquer projeto. Por conta disso não há uma regra que me faça comparar as tipografias de sistemas <em>web</em> e <em>websites</em>, exceto em dois aspectos:</p>
<ul>
<li>Sistemas <em>web</em> podem ter seções com fonte de tamanho reduzido e os parágrafos não precisam ter o <code>line-height</code> acentuado, já que é rara a utilização de textos longos.</li>
<li><em>Websites</em> precisam receber maior cuidado na separação dos textos (veja <a href="http://ramonpage.com/2006/12/16/melhorando-a-legibilidade-com-espaco-em-branco/" rel="external">este meu artigo</a> que trata um pouco disso). </li>
</ul>
<h4>6. Footer</h4>
<p>Alguns <em>webdesigners</em> não se preocupam muito com ele, mas ao meu ver o <em>footer</em> (rodapé) tem tanta importância quanto o <em>header</em> (cabeçalho) de um <em>website</em>. Em sistemas <em>web</em> ele pode ser mais discreto.</p>
<p>O <em>footer</em> talvez seja a seção que tenha mais diferenças entre os dois cenários deste artigo. Um <em>website</em> com um footer rico melhora &#8212; e muito &#8212; a navegabilidade. Já num sistema <em>web</em> praticamente todos os recursos estão dispostos acima dele, o que dispensa sua incrementação.</p>
<h3>Considerações finais</h3>
<p>Os cenários deste artigo são fruto de experimentações que fiz (e faço) ao longo do tempo. De qualquer forma, não tomo estes conceitos como regra: sou a favor da flexibilidade. Cada projeto é um projeto e tudo é válido na construção de uma interface usual, bonita e agradável ao usuário final. <strong>:D</strong></p>
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		<title>Eu no Be on the Net</title>
		<link>http://ramonpage.com/2008/12/14/eu-no-be-on-the-net/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 01:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste mês de dezembro, desenvolvi um template para fazer parte da galeria do Be on the Net. Clientes podem escolher dentre os templates disponí­veis para utilizar no seu portal. A grande problemática do projeto foi o tempo, pois dispunha de um prazo pequeno para implementação. Mesmo assim, o pessoal da Improve It foi bem solícito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Neste mês de dezembro, desenvolvi um template para fazer parte da galeria do <a href="http://www.beonthe.net" rel="external" class="external-link">Be on the Net</a>. Clientes podem escolher dentre os templates disponí­veis para utilizar no seu portal.</p>
<p><span id="more-144"></span></p>
<p>A grande problemática do projeto foi o tempo, pois dispunha de um prazo pequeno para implementação. Mesmo assim, o pessoal da <a href="http://www.improveit.com.br/br" rel="external" class="external-link">Improve It</a> foi bem solícito e tivemos uma boa sinergia no andamento do trabalho.</p>
<p>Por fim, nasceu o template <a href="http://www.beonthe.net/galerias/templates/galeria/72157610769015153/1" rel="external" class="external-link">&#8220;mosaico&#8221;</a>, com uma paleta de cores mesclada entre o azul e o marrom.</p>
<p>Em breve, mais novidades minhas no Be on the Net. <strong>:)</strong> </p>
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		<title>HTML5 e o outro lado da moeda</title>
		<link>http://ramonpage.com/2008/09/23/html5-e-o-outro-lado-da-moeda/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 04:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para você que leu meu último post sobre HTML5 e encarou com estranheza a idéia de que só em 2022 ele estará definitivamente &#8220;pronto para uso&#8221;, alguns pontos importantes precisam ser esclarecidos. Saiba quais são eles. 1. Compatibilidade dos browsers A expectativa é de que em 2009 (data programada para um novo rascunho) o HTML5 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para você que leu meu <a href="http://ramonpage.com/2008/09/14/html5-e-o-futuro-da-internet/" rel="external">último post sobre <abbr title="HyperText Markup Language 5">HTML5</abbr></a> e encarou com estranheza a idéia de que só em 2022 ele estará definitivamente &#8220;pronto para uso&#8221;, alguns pontos importantes precisam ser esclarecidos. Saiba quais são eles.</p>
<p><span id="more-82"></span></p>
<h3>1. Compatibilidade dos <em>browsers</em></h3>
<p>A expectativa é de que em 2009 (data programada para um novo rascunho) o HTML5 já esteja suportado na maioria dos browsers modernos, mas não por completo.</p>
<p>Assim como a guerra dos browsers propõe, cada browser deve se basear primeiramente naquilo que lhe convém. Dentro deste tema, será interessante ver a abordagem das tags <code>&lt;audio&gt;</code> e <code>&lt;video&gt;</code> que certamente implicarão em interesses pessoais de Microsoft (Media Player) e Apple (QuickTime).</p>
<h3>2. Implementação incompleta</h3>
<p><a href="http://wiki.whatwg.org/wiki/Implementations_in_Web_browsers" rel="external" class="external-link">Veja uma pequena lista</a> de implementações catalogada pelo pessoal do <a href="http://www.whatwg.org/" rel="external" class="external-link"><abbr title="Web Hypertext Application Technology Working Group">whatwg</abbr></a>, cujo trabalho é voltado exatamente no HTML5.</p>
<p>Veja outra lista no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_layout_engines_(HTML_5)" rel="external" class="external-link">wikipedia</a>. O <a href="http://www.opera.com/" rel="external" class="external-link">Opera Browser</a> (Presto Engine), como já é de se esperar, tem o melhor suporte até então.</p>
<h3>3. Cultura</h3>
<p>Passamos um bom tempo até chegarmos numa web satisfatória (mesmo que numa percentagem pequena ainda). Poucos anos atrás, não existia a preocupação nos desenvolvedores em manter a  marcação de seus sites organizada, que dirá pensar em <em>standards</em>: era perda de tempo demais!  </p>
<p>Agora, nos deparamos com uma nova realidade, já que <span class="pullquote">até quem trabalha com XHTML 1.x poderá se converter para o HTML5</span>. Mas, será que os desenvolvedores querem mesmo isso? Esse ponto é importantíssimo para aqueles que correlacionam padrões web apenas com XHTML. Ledo engano.</p>
<p>John Resig, aquele do <a href="http://jquery.com/" rel="external" class="external-link">Jquery</a>, escreveu no início do ano sobre <a href="http://ejohn.org/blog/html5-doctype/" rel="external" class="external-link">uma forma prática</a> de implementar sempre o mais recente DOCTYPE nas marcações. Essa técnica será válida para o HTML5. Assim, os desenvolvedores poderiam continuar com seu HTML4 e ir adicionando funcionalidades ao longo do tempo &#8212; de acordo com a compatibilidade dos browsers &#8212; dentro da marcação HTML5. Como o DOCTYPE não define a versão da marcação, ele sempre procurará corresponder à mais recente encontrada.</p>
<p>O código é simples:</p>
<p><code>&lt;!DOCTYPE html&gt;</code></p>
<p>Essa seria uma forma interessante de comerçarmos a nos acostumar com o HTML5.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Apesar de existir um longo caminho até o HTML5 substituir completamente o HTML4, estamos próximos de conseguirmos utilizá-lo aos poucos, já com certa compatibilidade de recursos nos browsers. De qualquer forma, penso que a &#8220;cultura&#8221; que trato neste artigo está diretamente ligada à previsão de 2022 tratada no artigo anterior, visto que certamente haverá um bom tempo até que alguma parte dos desenvolvedores/webdesigners se conscientizem da nova realidade. Vale lembrar que tínhamos bom suporte à HTML <em>standard</em> há muitos anos (mais de uma década) e só agora, desde poucos anos atrás, nos tocamos disso. <strong>:P</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>HTML5 e o futuro da internet</title>
		<link>http://ramonpage.com/2008/09/14/html5-e-o-futuro-da-internet/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 17:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma dos grandes mitos em web semântica é a idéia de que um site só é de fato standard se for desenvolvido em XHTML. Mais importante que isso, sem dúvida alguma, é a escolha do DOCTYPE correto e usá-lo! A velocidade crescente dos serviços web 2.0 (sim, hoje não temos mais portais, temos serviços) tratou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dos grandes mitos em web semântica é a idéia de que um site só é de fato <em>standard</em> se for desenvolvido em <abbr title="Extensible HyperText Markup Language">XHTML</abbr>. Mais importante que isso, sem dúvida alguma, é a escolha do DOCTYPE correto e <strong>usá-lo</strong>!</p>
<p>A velocidade crescente dos serviços web 2.0 (sim, hoje não temos mais portais, temos serviços) tratou de aumentar a curiosidade dos profissionais que antes não atentavam para a nova web. E em meio a essa avassaladora mudança, algumas implementações da web semântica podem confundir.</p>
<p><span id="more-66"></span> </p>
<h3>Os tempos mudando</h3>
<p>Neste mês de setembro o Google lançou seu navegador, <a href="http://www.google.com/chrome" rel="external" class="external-link">o Chrome</a>. Com ele o Google acabou conseguindo &#8212; com sua conhecida persuasão &#8212; fazer com que pessoas com pouco conhecimento de internet entendessem que a internet não está diretamente ligada ao <abbr title="Internet Explorer">IE</abbr>.</p>
<h3>E onde o HTML5 entra nisso tudo?</h3>
<p>Com a vinda do Chrome e o suporte a <abbr title="Cascading Style Sheets 3">CSS 3</abbr> cresendo nos browsers modernos, um outro trabalho entrou em <em>check</em>: e o <abbr title="HyperText Markup Language">HTML5</abbr>, como anda?</p>
<p>Semana passada, <a href="http://jeffcroft.com/links/2008/sep/11/html5-to-be-quotdonequot-in-2022-this-is-not-a-joke/" rel="external" class="external-link">Jeff Croft</a> tocou num assunto interessante: segundo a previsão, o HTML5 só estará definitivamente recomendado para uso em 2022!</p>
<p>Em entrevista ao blog <a href="http://blogs.techrepublic.com.com/" rel="external" class="external-link">TechRepublic</a>, Ian Hickson, editor do HTML5, <a href="http://blogs.techrepublic.com.com/programming-and-development/?p=718" rel="external" class="external-link">estimou a seguinte linha de tempo</a>:</p>
<ul>
<li>Primeiro rascunho da <abbr title="World Wide Web Consortium">W3C</abbr> em outubro de 2007;</li>
<li>Próximo rascunho programado para outubro de 2009;</li>
<li>Chamada para contribuições em testes em 2011;</li>
<li>Recomendação candidata em 2012;</li>
<li>Primeiro rascunho dos testes em 2012.</li>
<li>Segundo rascunho dos testes em 2015.</li>
<li>Versão final dos testes em 2019.</li>
<li>Mais uma chamada para rascunho em 2020.</li>
<li>Recomendação proposta em 2022.</li>
</ul>
<p>Quanto tempo, não? A resposta para a demora é de que o HTML4 foi pouco documentado e o HTML5 pretende chegar com muitos novos recursos, assim como o CSS3 também propõe. Para os que não costumam trabalhar com XHTML, o jeito é continuar com o HTML4 por mais um tempo.</p>
<h3>Como ter um site <em>standard</em> trabalhando com HTML4</h3>
<p>Simples! Como disse no início, tudo depende da definição do DOCTYPE. <span class="pullquote">Não importa o DOCTYPE, desde que você não deixe de usá-lo</span>.</p>
<p>Roger Johansson, do <a href="http://www.456bereastreet.com/" rel="external" class="external-link">456 Berea Street</a> já trata do assunto faz tempo. Em 2006 ele <a href="http://www.456bereastreet.com/archive/200606/html_vs_xhtml_on_standards_compliant_websites/" rel="external" class="external-link">explicou</a> porque decidiu  pelo uso do HTML em suas marcações. Até hoje ele mantém seu site em HTML4, e <a href="http://validator.w3.org/check?uri=http%3A%2F%2Fwww.456bereastreet.com%2F&#038;charset=(detect+automatically)&#038;doctype=Inline&#038;group=0&#038;verbose=1&#038;user-agent=W3C_Validator%2F1.591" rel="external" class="external-link">válido!</a></p>
<p>Então, enquanto o <a href="http://ishtml5readyyet.com/" rel="external" class="external-link">HTML5 não chega</a>, tratemos de nos preparar para ele, começando pelo uso de um DOCTYPE adequado e seguindo todas as premissas para um projeto <em>standard</em> de verdade. <strong>:)</strong></p>
<p class="update"><strong>Atualização 2008-09-16:</strong> um DOCTYPE recomendável em HTML4 seria como o a seguir:</p>
<p><code>&lt;!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN"</code><br /><code>"http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd"&gt;</code></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>À procura do layout perfeito &#8211; parte III</title>
		<link>http://ramonpage.com/2008/03/15/a-procura-do-layout-perfeito-parte-iii/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 23:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Layout]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Coloquei em prática uma pequena renovação no design deste site, reorganizando algumas áreas de visualização. Embora o estilo clean não tenha sido modificando, tampouco as cores, o layout ficou com uma cara realmente renovada. Explicarei o porquê. Adeus 800&#215;600 A primeira providência que tomei foi tornar o layout fixo. Não interessava mais manter algo fluido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coloquei em prática uma pequena renovação no design deste site, reorganizando algumas áreas de visualização. Embora o estilo <em>clean</em> não tenha sido modificando, tampouco as cores, o layout ficou com uma cara realmente renovada. Explicarei o porquê.</p>
<p><span id="more-55"></span> </p>
<h3>Adeus 800&#215;600</h3>
<p>A primeira providência que tomei foi tornar o layout fixo. Não interessava mais manter algo fluido, já que a porcentagem de uso da resolução 800&#215;600 vem caindo consideravelmente. Resolvi, então, manter um layout fixo de 960px de largura, composto de: ~160px de área livre à esquerda, 480px de conteúdo e 280px de barra lateral direita.</p>
<p>Aproveitando a formação do grid, resolvi ajustar o rodapé a esta estrutura de colunas, tornando, de fato, o <em>layout</em> um <em>grid layout</em>.</p>
<h3>Novo logotipo</h3>
<p>Talvez não tão novo, porém redesenhado. A mudança significante está na tipografia. Deixei de lado a Garamond e apostei numa fonte até então desconhecida para mim, mas que ganhou meu apreço.</p>
<p><img src="http://ramonpage.com/wp-content/themes/pagev3/pics/logo.gif" alt="Antigo logotipo RamonPage.com" title="Antigo logotipo RamonPage.com" /></p>
<p>A fonte chama-se &#8220;IPAP&#8221; e foi encontrada num dos <a href="http://www.smashingmagazine.com/2008/03/07/free-fonts-of-the-month-ff-unit-m-outline-geobats/" rel="external" class="external-link">utilíssimos artigos</a> do <a href="http://www.smashingmagazine.com/" rel="external" class="external-link">Smashing Magazine</a>.</p>
<p><img src="http://ramonpage.com/wp-content/themes/pagev4/pics/logo-ramonpage.gif" alt="Novo logotipo RamonPage.com" title="Novo logotipo RamonPage.com" /></p>
<h3>Novo menu</h3>
<p>O menu sofreu algumas alterações no espaçamento e na estilização dos links, tornando, assim, o que era &#8220;solto&#8221; algo mais integrado.</p>
<p><img src='http://ramonpage.com/wp-content/uploads/old-menu.png' alt='Antigo menu RamonPage.com' title='Antigo menu RamonPage.com' /></p>
<p><img src='http://ramonpage.com/wp-content/uploads/new-menu.png' alt='Novo menu RamonPage.com' title='Antigo menu RamonPage.com' /></p>
<h3>Outras mudanças</h3>
<p>A seguir, <em>check-list</em> de alguns dos itens modificados:</p>
<ul>
<li>Novo alinhamento de logotipo (trazido para a esquerda) e <em>sidebar</em>;</li>
<li>Nova estilização das listas da <em>sidebar</em> e do rodapé;</li>
<li>Novo recuo das listas do conteúdo;</li>
<li>Novo estilo para as datas;</li>
<li>Inserção de comentários randômicos no conteúdo extra do rodapé;</li>
<li>Alinhamento do conteúdo extra em colunas, respeitando o alinhamento das áreas superiores.</li>
</ul>
<p>E assim a busca continua&#8230; <strong>;)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nasce um framework &#8211; Blueprint</title>
		<link>http://ramonpage.com/2007/08/11/nasce-um-framework-blueprint/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Aug 2007 01:40:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
				<category><![CDATA[CSS]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Quer uma boa referência para desenvolver layouts para web com CSS de qualidade? Dos grids à tipografia, Blueprint é a pedida da vez. Analizei a estrutura dos arquivos e fiquei entusiasmado. O projeto Blueprint é, sem dúvida, uma das melhores referências livres de CSS da atualidade. O projeto é dividido nas seções que se seguem: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quer uma boa referência para desenvolver layouts para web com <abbr title="Cascading Style Sheets">CSS</abbr> de qualidade? Dos grids à tipografia, <a href="http://code.google.com/p/blueprintcss/" class="external-link" rel="external">Blueprint</a> é a pedida da vez.</p>
<p><span id="more-51"></span></p>
<p>Analizei a estrutura dos arquivos e fiquei entusiasmado. O projeto Blueprint é, sem dúvida, uma das melhores referências livres de <abbr title="Cascading Style Sheets">CSS</abbr> da atualidade.</p>
<p>O projeto é dividido nas seções que se seguem:</p>
<ul>
<li>Estilização de versões para impressão;</li>
<li>Estilos para botões;</li>
<li>Grid Layouts;</li>
<li>Tipografia.</li>
</ul>
<p>Planos futuros:</p>
<ul>
<li>Suporte a PNG para IE 5.5+;</li>
<li>Desenho de layouts líquidos.</li>
</ul>
<p>Vale a pena conferir, novamente, <a href="http://code.google.com/p/blueprintcss/" class="external-link" rel="external">o link</a>.</p>
<p>Blueprint é uma ótima solução para desenvolvedores experientes padronizarem seus trabalhos e para iniciantes pegarem o foco do que é, efetivamente, desenvolver para web semanticamente. <strong>:)</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Cross-browser bem à mão</title>
		<link>http://ramonpage.com/2007/06/23/cross-browser-bem-a-mao/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Jun 2007 02:44:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>RamonPage</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 11 deste mês, a Apple lançou a versão beta do Safari 3, agora para Windows também. Fiquei contente com a notí­cia (instalei exatamente um dia após) e depois de alguns dias de uso me vieram os questionamentos. Safari para Windows é como um browser de teste Acho difícil não associar o uso do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 11 deste mês, a <a href="http://www.apple.com/" class="external-link" rel="external">Apple</a> lançou a versão <a href="http://www.apple.com/safari/" class="external-link" rel="external">beta do Safari 3</a>, agora para Windows também. Fiquei contente com a notí­cia (instalei exatamente um dia após) e depois de alguns dias de uso me vieram os questionamentos.</p>
<p><span id="more-46"></span></p>
<h3>Safari para Windows é como um browser de teste</h3>
<p>Acho difícil não associar o uso do Safari para PC apenas para desenvolvedores. Já temos o &#8220;<a href="http://www.opera.com/" class="external-link" rel="external">melhor browser que ninguém usa</a>&#8220;<sup>1</sup> para a mesma finalidade.</p>
<p class="info-label"><sup>1</sup> &#8211; Termo engraçado e muito bem sacado por Carlos Cardoso, <a href="http://www.meiobit.com/lan_ccedil_ado_opera_para_wii_de_gra_ccedil_ou_quase" class="external-link" rel="external">num artigo do meiobit</a>.</p>
<p><a href="http://snook.ca/archives/browsers/why_safari_for_windows/" class="external-link" rel="external">Jonathan Snook</a>, arremata:</p>
<blockquote cite="http://snook.ca/archives/browsers/why_safari_for_windows/"><p>When asked why Safari is being released for Windows, a few people have said that it is intended for developers to be able to check their sites without having to own a Mac. It&#8217;ll definitely be nice to have something on the PC that comes close to comparing the two. [...]</p>
</blockquote>
<h3>E&#8230; Onde entra o cross-browser na história?</h3>
<p><img src="http://ramonpage.com/wp-content/uploads/cross-browser-e-debugging.jpg" alt="Cross-browser e debugging" class="alignright" /> Cross-broswer, basicamente, é:</p>
<blockquote cite="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cross-browser"><p>Cross-browser refere-se à habilidade de um site, Aplicação Web, contructor HTML ou script side-client suportar múltiplos navegadores.</p>
</blockquote>
<p><cite>Wikipédia &#8211; A enciclopédia livre</cite></p>
<p>O Safari para Windows chegou como mais uma possibilidade de teste/<em>debugging</em> para desenvolvedores que não possuem Mac.</p>
<p>Lembrando que ele ainda está em fase Beta e precisa de várias correções de bugs. Ainda não está 100%, mas já é bom saber que não haverá mais a desculpa de que não se testa em Safari por não se ter Mac. <strong>:P</strong></p>
<p class="update"><strong>Atualização 2007-06-24</strong> &#8211; Os problemas com os negritos e itálicos que não apareciam no Safari (Win) já foram corrigidos. Assim sendo, testes de <em>layout</em> já podem ser efetuados sem problema.</p>
]]></content:encoded>
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